Senti uma pontinha de dor, a pica dele era muito grossa.
Ele de repente tirou seu pau de dentro de mim e meu corpo, involuntariamente, foi para trás, como se não quisesse deixar que o pau dele fosse embora. Eu estava inquieto, parecia no cio.
Felipe voltou a enfiar a cabeçona do pau dele em mim e eu me senti mais aliviado. Ele foi penetrando o cacete dele em mim, doía bastante, o pau dele estava arregaçando a minha bunda, o corpo dele foi se aproximando do meu, eu fui sentindo o calor dele ir chegando perto de mim.
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De repente senti os pentelhos dele encostarem na minha bunda, isso significava que todo o pau dele estava dentro de mim. Senti o peitoral dele encostar nas minhas costas, senti o corpo dele ficar colado no meu.
Felipe começou a bombar o seu pau em mim. Eu me perguntava se era certo sentir prazer daquela maneira (era certo sentir prazer em ser um objeto para o prazer dos outros?). Se era certo ou não, isso não mudava nada, eu sentia prazer e pronto. Era delirante sentir aquele machão me enrabando, me comendo por trás. Meu corpo estremecia cada vez que eu escutava o Felipe gemer de prazer em meu ouvido.
Os braços de Felipe me seguravam firmemente e o peso de seu copo me prendia contra a parede, eu estava ali em pé, com a bunda empinada, e imóvel. Eu estava totalmente vulnerável ao apetite sexual de Felipe, ao desejo voraz daquele garotão de comer um buraquinho apertadinho.
Eu conseguia sentira toda a masculinidade de Felipe atrás de mim, ele sabia fazer o serviço direito e era potente. Ele começou a acelerar o ritmo, o pau dele estava igual uma viga de aço dentro de mim, eu sentia que ele estava próximo do orgasmo.
Eu me contorcia, tentando segurar o meu gozo, mas era tão maravilhoso sentir aquele cacete dentro de mim. Não consegui resistir por muito tempo e acabei gozando, jorrou um jatão de porra no chão de tanto prazer que eu tinha sentido.
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