No dia seguinte pedi para ir ao banheiro de novo, esperançoso de que pudesse achar Gabriel de novo. Eu só queria dar um pouco de prazer pra ele, só isso...
Entrei no banheiro, mas não havia ninguém. Havia uma cabine fechada, devia ser alguém cagando.
Fiquei em frente ao mictório, fingindo que estava mijando para ver se alguém chegava no banheiro e eu dava sorte. Ninguém chegava. De repente escuto um gemido. Tinha vindo da cabine.
Entrei na cabine do lado e subi na privada, para ver por cima o que estava acontecendo.
Tomei um susto. Era Thiago, o professor de capoeira da escola, tinha 23 anos, novo. Ele estava ali dentro se masturbando e o que me deixou com mais tesão, ele estava vestido com a roupa de capoeira, descalço, assentado no vaso, apenas com o pau pra fora.
Fiquei observando ele se masturbar. Ver aquele garotão se masturbando foi me deixando excitado. O pau dele devia ter uns 22cm e era bem grosso. A minha bundinha já tava inquieta só de olhar para aquele instrumento colossal. Além disso, a expressão que Thiago fazia enquanto se punhetava era o que mais me dava tesão, fechava os olhos e contraia a boca, gemendo baixinho.
Eu estava com medo de alguém me ver ali, mas a vontade de continuar vendo aquele pauzão duro na minha frente era maior. Uma hora Thiago abriu os olhos e me viu ali em cima. Ele tomou um susto e guardou a pica pra dentro da calça de capoeira.
- Que isso moleque, tá doido! – exclamou ele
Eu fiquei muito sem graça, assentei no meu vaso e tranquei a cabine.
Depois do susto ele veio bater na minha porta.
- Abre aí moleque.
Eu estava com vergonha. Ele insistiu mais um pouco e eu acabei abrindo a porta.
Vi na minha frente aquele rapaz de 1,80 de altura, forte, sarado, bronzeado, cabelo raspado, cheio de virilidade. Ele entrou na cabine e fechou a porta atrás dele.
- Por que você estava olhando? – ele perguntou.
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