terça-feira, 22 de setembro de 2009

O Coveiro - §Clique-me!



Eu sempre tive fetiche em transar em lugares incomuns. Já transei dentro de um Helicóptero... Também já fiz sexo dentro de um provador de roupas... Mas o último lugar incomum onde eu pude dar e receber prazer, era um tanto estranho...
Eu sempre gostei de visitar os túmulos das pessoas que já se foram. Eu entro nos cemitérios, e fico horas as vezes olhando as fotos e as mensagens que as pessoas deixam nas sepultaras de seus saudosos finados. Foi numa dessas q eu sem querer conheci o "Osmar", um sujeito que chamava a atenção pelo seu porte físico e por sua beleza rústica, apesar da sua estranha profissão "Coveiro". No dia em q vi o Osmar pela primeira vez, eu me encantei, com aquele homem q tinha cheiro de terra em suas roupas, mas q ao mesmo tempo, era dono de uma simpatia incrível, e um belo corpo! E q corpo...! Eu andava pelos jazigos, quando ouvi uns gemidos, mas eram gemidos de quem estava tendo prazer. Tomando todo o cuidado para não ser visto, fui chegando bem devagar até uma sepultura próxima da onde vinham os gemidos q eu escultava. E ao chegar, me deparei com uma cena absurdamente interessante, pecaminosa, estranha, e eu também diria curiosa... Osmar, o coveiro, estava se maturbando em cima de uma cova! Percebi que ele estava tomando todos os cuidados para não ser pêgo naquela situação. Ele olhava pros lados, via q estava tudo tranquilo e continuava, e ficava naquele intenso movimento de colocar e tirar aquela rola maravilhosa, pra dentro e fora da calça de seu uniforme, que estava totalmente suja de barro e lavada daquele suor de macho irresistivelmente gostoso!


Eu não tive reação, pois tinha medo que ele me visse e parasse de fazer o que estava fazendo antes de eu chegar alí. Ver aquele macho, todo reservado, e cheio de receio de ser visto, era tão excitante pra mim, que eu não quis interrompê-lo. Comecei a me tocar, imaginando aquele homem sujo me possuindo, até q derrepente ele gozou... Eram jatos longos de um gozo farto, q eu imaginava ser delicioso de se degustar...


Então fui embora naquele dia. Passei a frequentar mais aquele cemitério, só pra ver o Osmar. Demorou algumas semanas até eu poder ver ele se masturbando em cima da cova novamente. Enquanto isso, eu ficava fantasiando aquele homem maravilhoso me possuindo no meio das catatumbas... É estranho, mas ao mesmo tempo é excitante! Eis q chega o dia, era verão, e estava fazendo um calorão nesse dia. Cheguei ao cemitério onde o Osmar trabalhava por volta de 11h da manhã. Lá estava ele todo suado com a camisa meio aberta, com aquele tórax cabeludo, com um volume notório na calça, e mais uma vez se precavendo de q não havia ninguém por ali, imaginei logo, "...-Ele vai começar.", E foi o q aconteceu, colocou aquele pau imenso pra fora da calça, e começou a se masturbar, eu tambem coloquei o meu pra fora e começei a punhetar junto com ele, mas escondido atrás de um túmulo. Criei coragem e fui me aproximando, meu coração palpitava frenéticamente! A saliva nem descia na garganta. Fui chegando com meu pau duro, mas nem tanto como o dele, pois eu estava muito nervoso. Ele se assustou e tentou guardar aquele instrumento q eu tanto esperava chegar perto para apalpar. Mas não deixei isso acontecer. Cheguei e abocanhei, ele tentou me tirar, mas eu chupava proporcionando tanto prazer pra aquele macho tesudo, que ele não resistiu e deixou que eu abocanhasse até o fim. Era um pau tão grosso e tão grande, q deveria ter uns 23cm, eu chorava, pois chegava me entalar. Ele me pegou e me arrastou até a parte onde ficavam as covas rasas. E ali naquele lugar de silêncio, só se ouvia o som dos passarinhos e os nossos gemidos de prazer bem baixinhos. Ele me possui por completo! Me fudeu até gozar dentro de mim. Nunca mais esqueci desse dia. Atualmente ele continua trabalhando no mesmo cemitério, e as vezes passo por lá pra ficar com ele quando tenho tempo. Reservadamente é claro pra não causar espanto a ninguém, e por ele ser casado. Na verdade há muitas coisas q poderia causar espantos em alguém dentro dos cemitérios, do que assombrações!

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