Eu sempre reparei nuns olhares meio de sacanagem para cima de mim vindos do Dorfo, mas nunca me toquei e nem ligava para isso, até porque nunca fui contra os homossexuais. Sempre achei que se a pessoa é feliz tendo relação com outra do mesmo sexo, então que viva feliz. Não é verdade? Por isso ainda alimentado pela fúria e raiva que eu estava do Lucas chamei o Dorfo pra de alguma forma me vingar do meu então idiota primo.
O Dorfo saiu pelo portão, logo percebi que estava sem cueca, e vendo meu estado de querendo derrubar tudo a minha bermuda suga me perguntou o que tinha acontecido.
Eu só perguntei se podia entrar um pouco.
-Claro Marcos, meus pais estão na minha avó, mas tudo bem. Entra eu vou te dar um copo de água.
Percebi que tudo estava ando certo para me vingar do meu primo enquanto sentia a mão do Dorfo que estava agachado apertando a minha coxa esquerda.
Então não tive dúvida, iria ser com o Dorfo.
-Cara eu sempre reparei uns olhares seus para mim...
E mais veloz que um pensamento Dorfo se levantou e ficou com o rosto corado tentando balbuciar algo em cima de seus gaguejos.
-Dorfo não tem problema. Não se você não quiser... aproveita que eu estou aqui querendo.
De início ele pareceu que não tinha intendido então eu repeti minhas últimas falas:
-Aproveita que eu estou aqui querendo.
E como uma criança que acabara de receber um doce ele abriu um sorriso e sem pensar me chamou para o quarto dele puxando-me pelo braço.
Ele já chegou no quarto sem sua camiseta. Me encostou no guardaroupas tirou minha camiseta, pegou minha mão e a levou para sua bunda perto do seu cu dentro da sua bermuda. Enquanto ele passava a língua sobre meu corpo senti seu pênis no meio das minhas pernas, então virei-nos colocando-o encostado na parede, com a mão esquerda o empurrava contra ela e com a direita abaixei sua bermuda deixando assim mostrar seu pênis cumprido e fino. Sem saber o que fazer, pois aquela era minha primeira experiência, fiz o que gostava que minhas namoradas faziam comigo, comecei a massagear seu pênis num movimento de vai-e-vem. Dava pra perceber a expressão de prazer em seu rosto, então o joguei em cima da cama já completamente nu, percebi que o corpo dele era todo lisinho coberto apenas por uma fina penugem. Como sabendo os passos que deveriam ser tomados ele ficou de quatro em cima da cama com o rosto encostado no lençol e colocou as mãos abrindo as nádegas. Eu sem exitar abaixei a bermuda e cueca fiquei atrás do Dorfo. Passei o conteúdo gelatinoso do tubo que ele tirou de baixo do colchão no meu mastro e um pouco em dois dedos meus que depois passei no buraquinho do Dorfo, eu fazia leves pressões na entrada dele o levando ao delírio. Enfiei só a cabeça do meu pau que estava enorme na entradinha dele dando uns tapinhas na nádega direita, aos poucos meu pau ia escorregando para dentro dele, isso o fazia reproduzir expressões de prazer.
-Vai mete com força.
E segurando sua bunda com as duas mãos a puxei em minha direção enquanto prostrava meu corpo para frende, enfiei quase tudo, ele deu uma gemidinha que eu gostei. Fiz movimentos compassados dentro daquele buraco apertadinho, isso me enchia de prazer. Passei meus braços por volta de sua barriga e o puxei.
-Vai mete com força.
E segurando sua bunda com as duas mãos a puxei em minha direção enquanto prostrava meu corpo para frende, enfiei quase tudo, ele deu uma gemidinha que eu gostei. Fiz movimentos compassados dentro daquele buraco apertadinho, isso me enchia de prazer. Passei meus braços por volta de sua barriga e o puxei.
Comigo ficando com os joelhos dobrados o pus sobre me pau, então sentindo seu peso consegui enfiar todo meu mastro nele até sentir meus pentelhos baterem em sua bunda macia. Dorfo meio virado para a esquerda pondo uma das mãos na minha cintura me auxiliava no movimento de sobe e desce do seu corpo, era tão gostoso ter aquela figura loira comigo numa relação tão prazerosa. Enquanto descia Dorfo dava umas reboladinhas e e enrijecia meu pau dando prazer tanto para ele quanto para mim, eu ouvia sua respiração ofegante entre as expressões de prazer. Voltamos para a posição dele de quatro só que dessa vez eu de pé no chão e ele com as pernas bem abertas. Já tinha me acostumado com o leve aperto do seu buraco, por isso minha transa tinha se tornado mais relaxada e mais automática, eu segurava sua bunda e com toda vontade metia nele cada vez com mais gingado e com mais força enquanto via ele se masturbar. Batia minhas pernas na bunda dele e ele rebolava todinho para mim. Quando percebi sua face de orgasmo eu também estava chegando no ápice da relação. Isso me fez ir mais rápido no movimento.
-Vai,vai... com força
Eu cada vez mais rápido até que ejaculei dentro dele. Sentindo estar cheio de porra Dorfo apresentou em eu rosto felicidade enquanto ainda apalpava seu pênis todo lambuzado de porra. Tirei meu pau de dentro dele e passava sobre sua bunda e depois dei uma assopradinha, ele se arrepiou todo (rsrsrs). Como que para terminar o virei de frente para mim, peguei em seu saco, dei um leve apertão até sentir suas duas grandes bolas entre meus dedos e dei um beijo na sua virilha.
Já um pouco recompostos e vestidos ficamos nos olhando.
-Vai,vai... com força
Eu cada vez mais rápido até que ejaculei dentro dele. Sentindo estar cheio de porra Dorfo apresentou em eu rosto felicidade enquanto ainda apalpava seu pênis todo lambuzado de porra. Tirei meu pau de dentro dele e passava sobre sua bunda e depois dei uma assopradinha, ele se arrepiou todo (rsrsrs). Como que para terminar o virei de frente para mim, peguei em seu saco, dei um leve apertão até sentir suas duas grandes bolas entre meus dedos e dei um beijo na sua virilha.
Já um pouco recompostos e vestidos ficamos nos olhando.
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