Eu e Biel entramos sem cerimônia e trancamos a porta atrás de nós. Segurei seu rosto com minhas duas mãos e em seguida avancei em direção ao seu beijo. Senti novamente um friozinho gostoso na barriga enquanto o beijava, como se fosse a última oportunidade de beija-lo, como se não houvesse amanhã, sentia cada detalhe de sua boca, cada toque de sua mão em meu rosto. E ao mesmo tempo um calor invadia o meu peito, um sentimento de querer protegê-lo e de querer ser protegido por ele.
Ficamos curtindo o nosso beijo durante um bom tempo. Eu sentia o pênis de Gabriel ficando ereto por detrás da calça jeans. O tesão aumentava, a vontade de ficar mais agarradinho era cada vez maior, comecei a despir o meu anjo e ele também começou a me despir.
Ficamos os dois de cueca. Eu via o volume do pênis de Gabriel contornar o tecido da underwear. Passei minha mão, sentindo todo a dureza daquela tora. Gabriel passou sua mão por trás de mim, apertando a minha bunda por dentro da minha cueca. Seus dedos ásperos deslizavam sobre a minha pele.
Entre beijos e amassos, ele sussurrou delicadamente em meu ouvido:
- Eu quero fazer amor com você.
O pau de Gabriel estava incrivelmente rígido, sufocado dentro da cueca. Eu o tirei para fora, libertando-o. Fiquei admirando aquela tora dura na minha frente. O pau de Gabriel era lindo, retinho, cabeçudo, uma delicia.
Coloquei um pouco do sabonete liquido que havia no banheiro na minha mão e depois espalhei pelo piu-piu do Biel.
Ele ficava só observando eu massagear o pau dele com o sabonete liquido. No rosto, ele exibia uma cara de safadinho.
Tiramos nossas cuecas. Logo depois, eu fiquei de costas para ele, abri minhas pernas, empinei meu bumbum, e com minhas mãos abri meus glúteos, deixando o meu buraquinho totalmente exposto.
A cara de tesão no rosto de Gabriel me deixava com um sentimento de felicidade dentro de mim. Ele veio por trás de mim e começou a forçar seu pau na minha entradinha.
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