domingo, 13 de setembro de 2009

Ralação Incestuosa !! - Marcos Laronta Part VIII

O fim daquela semana passou. Lucas me evitava como podia, não me esperava para ir à aula, se juntou com alguns caras que não eram muito nossos amigos. Ele deixou uma espécie de cavanhaque crescer nos poucos pelos que tinha nessa região do rosto (algo que o deixou ainda mais sexy). Como doía procurá-lo e ele virar as costas para mim fingindo que não tinha me ouvido.
-Deve ser uma fase dele filho. Minha mãe disse.
-Tomara...
Eu não estava mais aguentando, doía a falta do Lucas. Por que fui tão burro? Agora eu só queria voltar no tempo para deixar tudo como estava. Só a presença dele satisfaria a minha necessidade de sentir seu toque nesse momento. Eu trocaria a lembrança do seu beijo envolvente por apenas um Oi dele. Queria meu primo de volta perto de mim. Como ele estaria se sentindo?
O fim daquela semana e até a terça-feira da outra foi o pior período da minha vida porque eu estava sofrendo por saudade da pessoa amada e pior morando tão perto de mim que conseguia sentir seu perfume. Meus queridos leitores que já sofreram dessa saudade sabem como ela é triste.
Até a terça-feira ficava oscilando minha opinião em transar com o Dorfo outra vez e em não transar com o Dorfo outra vez. Eu tinha gostado, mas não era com ele que eu queria.
Na quarta-feira depois da aula eu já estava esperando o Dorfo bater na minha porta para dizer que não rolaria. Eu inventaria qualquer desculpa e torceria para ele não se magoar.
De repente ouço me chamar no portão de casa. Era o Dorfo.
-Oi, e aí tudo bom?
-Claro, mas não vai me chamar para entrar?
-Cara me desculpa, mas não vai acontecer nada. Me perdoe, mas não estou afim.
-Tudo bem Marcos. Mas você não quer saber qual é a surpresa?
Tinha me esquecido dessa surpresa e como eu sou muito curioso até hoje disse para ele me mostrar.
Vindo por de trás do muro um rapagão muito alto, pele bronzeada com estilo de skatista. Não parecia com o tipo que morava aqui nessa cidade. Ele prendeu muito a minha atenção, era um pouco mais alto que eu, tinha como tatuagem no ombro esquerdo uma fênix que ficava amostra por causa da sua camiseta folgada rasgada nos ombros, usava calça jeans cheia de bolsos, o cabelo castanho claro era todo cacheado, seus olhos curiosos eram escuros quase chegando a negros. Mas o que me fascinou foi sua postura, toda ereta. Postura de quem pratica esporte, postura de quem tem músculos bem trabalhados e seguram todo dando segurança para se mostrar. Em um grupo de mil pessoas, com certeza meus olhos fixariam nele.
Aquela pessoa mexeu com a minha imaginação, como seria por baixo daquelas roupas largas. Os braços tinham músculos enormes e as mãos alguns calos e imaginei serem pelo skate. Na calça percebi um volume grande que eu não tirei os olhos de imediato. Mas e o resto, como seria?
Quando agente transa uma vez fica morrendo de vontade de fazer outra vez e já faziam 6 dias que eu tinha experimentado com um homem.
-E então mudou de idéia depois do Felipe?
E olhando com olhar repreensivo disse para entrarem.
Quando passou por mim ele deixou aquele rastro de perfume suave misturado com seu doce suor.
-Posso ir no banheiro para me preparar um pouquinho! Dorfo me pediu.
-Pode sim!! Vai lá.
-Mas em quanto isso vocês podem ir se divertindo.
Olhei para o Felipe acho que um pouco com medo, mas não sei do que.
Quando Dorfo não estava mais na sala Felipe disse que estava com calor e tirou a camiseta. Só assim pude ver o tribal tatuado no lado da sua barriga. A tatuagem começava debaixo do peito e terminava por dentro da calça que por estar baixa mostrava a cueca vermelha (nuss q tesão). Agora eu pude perceber a grossa corrente que ele usava em volta do pescoço, tinha um coelhinho da playboy pendurado que não combinava muito. Os braços tinham músculos enormes como eu já falei mas o abdome não era dividido, tinha seus músculos e uns poucos pelos em seu fim (amo isso). Só que o conjunto todo daquele moleque com corpo de homem, com cara de safado e de quem está querendo a qualquer momento me fascinou.
-Achei legal o coelhinho.

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