domingo, 13 de setembro de 2009

Relação Incestuosa!! - Marcos Laronta Part IX

-Achei legal o coelhinho.
-Rsrs. O Dorfo me falou mesmo que você não tem muita experiência nisso. Mas não se preocupe agente te ensina. Ele falou usando sua voz grossa, parecida com um trovão que entrou pelo meu ouvido e fez minha perna tremer.
-Tenho certeza que você vai conseguir me explicar.
-Vem cá.
Me aproximei dele e querendo ver se todo aquele volume na calça era seu pau meti a mão. E podem crer todo o volume era o pau dele.
Fiquei fascinado, pela calça senti algo grande, grosso que começou a pulsar assim que eu o peguei.
-Gosto do meu amigo.
-Muito...
Passei meu nariz perto daquele membro enorme enquanto massageava levemente e senti aquele doce aroma. Quando já estava delirado em sentir nas minhas mãos seu pau senti muita vontade de esquecer qualquer coisa fora daquela sala tanto que esqueci.
-Vai pode abaixar a calça.
Em um só movimento pus para fora aquele cacete enorme e duro coloquei a mão de forma a marcar pelos meus dedos a medida dele que depois, em outro dia soube que tinha 20cm. O cheiro inebriante ficou mais forte no meu nariz. Eu estava viajando naquela sensação hipnotizante.
Peguei na ponta do seu pau e de joelhos comecei a chupar todo o comprimento dele, intercalava por chupadas no seu saco que era cabeludo e macio.
-Chupa ele inteiro.
Fui até a ponta passando a língua, abri bem minha boca e engoli todo aquele instrumento.
Engasguei porque fui com muita vontade. Ele deu uma risadinha, mas não parei, continuei sentindo aquela coisa quente na minha boca, sentia ela na minha língua enquanto pegava no seu saco. Felipe segurava minha cabeça comandando meus movimentos.
-Vejo que estão gostando. Dorfo disse vindo do banheiro já totalmente nu.
Parei o boquete no Felipe e ficamos nos três ali pensando nos atos que fariamos um com o outro.
Para saber qual era a diferença entre o grosso instrumento do Felipe na minha boca e um mais fino, comecei o boquete parado no Dorfo. Era mais fácil criar pressão na boca para chupar o pau do Dorfo. O dele consegui engolir inteiro. Eu percebi que ele não estava mais se aguentando.
Pus Dorfo atrás do sofá para ele apoiar as mãos e uma mesinha para ele por o pé e assim abrir mais sua bundinha. Tirei minha camiseta, colei meu peito nas costas do Dorfo, fiz ele sentir meu mastro super rígido entre a bermuda no cuzinho dele. Dava mordidinhas na sua orelha enquanto passava as mãos pelo seu corpo, principalmente na bunda.
Felipe veio por trás de mim, me deixou pelado. Adorei aquele cara tirando minha roupa, os gestos dele eram como ordens. Então pude por meu pênis no meio das pernas do Dorfo. Ele estava com aquela gelatina da semana passada por todo seu buraquinho. Para mim foi mais fácil a penetração dessa vez. Dorfo arrebitava a bundinha cada vez que eu metia nele.
No meio disso Felipe se abaixou atrás de mim. Abriu minha bunda com suas mãos grossas, fortes na pegada. No começo pensei em detê-lo mais deixei ele continuar nas suas intenções.
Ele enfiou sua língua no meu cuzinho e dava cuspidas. Vendo que ele estava apertadinho começou a enfiar um dedo. Essa situação me levou a loucura de prazer, eu estava na minha casa totalmente nu com dois garotos também totalmente nus, transando gostoso, na minha frente tinha aquela bunda com um furinho que eu já tinha amaciado e atrás um completo desconhecido me excitando por uma parte que ninguém jamais chegou perto.
Dorfo gemia de prazer a todo momento, me dizia que estava gostoso, isso me fazia ir com mais vontade pra dentro dele enfiando minha pica cada vez com mais gosto.
Percebi de repente que Felipe se levantou.
-O que você vai fazer cara?
-Relaxa pode confiar em mim. Você vai gostar. Não está gostando das dedadas?
-Tudo bem!
Felipe colocou suas mãos na minha cintura e eu pude sentir a cabeça do seu pau encostando na minha bunda. Senti um calafrio naquela hora e Dorfo se mexia cada vez mais com o meu pau dentro dele. Felipe começou enfiando a cabeça devagarzinho.
-Pode ir com tudo, não está doendo.
Quase me arrependi de ter dito aquilo. Quase. Quando senti todo o mastro do Felipe entrando em mim, pensei que ele iria me rasgar inteiro, mas estando lá dentro senti prazeres indescritíveis para vocês leitores. Lembro que me senti possuído naquela hora. Não era dono do meu corpo, não controlava mais meus movimentos. Meu corpo funcionava junto com aquelas duas figuras apenas para aquele momento. Foi maravilhoso, eu arrebitava minha bunda no mesmo momento que Dorfo arrebitava a dele. Nós três ali engatados um no outro, nos movendo juntos, eu sentia a pressão do cuzinho do Dorfo no meu pau, com ele se movendo para me satisfazer. Na minha bunda sentia os pentelhos do Felipe baterem e seu perfume que está na minha memória até hoje.
Dorfo saiu da nossa posição encarrilhada, mesmo eu tentando impedí-lo (porque tava bom paka aquilo, mas iria melhorar), se abaixou na minha frente e pago um boquete maravilhoso pra mim enquanto Felipe bombava insasiavelmente em mim. Sentia a língua do Dorfo percorrendo todo meu pau, os lábios, chupava meu saco. Dorfo era mestre nisso como era bom. Eu segurava seus cabelos ordenando seus movimentos no meu pau. As vezes ele parava com a boca e usava a mão só para me excitar mais e retomava lambendo todo o comprimento da minha pica.
Felipe agora deslizava para dentro de mim, eu sentia a cabeça do pau dele passando bem apertadinho pelo meu ânus e logo as pernas e o seu saco baterem nas minhas pernas e bunda. Foi quando senti Felipe se contorcendo num ritmo mais frenético, suas mãos me apertaram com mais força. Senti aquele jato de líquido quente me invadir, senti toda porra do Felipe dentro de mim. Seu pau foi ficando mole até que ele o tirou e começou a passar o dedo no meu cuzinho lambuzando o dedo dele com a porra que escorria pelas minhas pernas e enfiando em mim.
Sentindo o dedo do Felipe e a língua do Dorfo não aguentei, senti que iria ejacular. Dorfo percebeu e segurou bem forte meu pau. Ele deu pancadinhas na sua bochecha até toda a porra sair.
Nessa hora fiquei na frente dos dois que se revezavam em lamber do meu pau e chupar meu saco.
-Gosto da surpresa.
-kakakakakaka. FOI MUITO BOM. Disse tão alto, tão feliz com aquilo tudo que qualquer pessoa por perto da minha casa pode ouvir minha felicidade.
-Nosso mundo é gostoso. Dorfo me afirmou com toda confiança.
-Adorei seu cú virgem apertadinho. Com a cara mais safada ouvi Felipe enquanto ele limpava o canto da sua boca.
-Isso foi muito bom, eu estou me sentindo livre, cansado pakas, mas muito satisfeito. Vocês foram maravilhosos.

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