Inicio de Prolepsis (flashfoward)
13 anos no futuro.
O ambiente era escuro. O cara me mandou ficar de quatro. Eu não tinha alternativa.
Tentei resistir. Mas havia outros dois homens me segurando pelo braço. Eles tentaram me forçar a ficar de quatro.
Tentei resistir novamente. Então o líder que tinha me mandado ficar de quatro me deu um soco no estomago.
- Anda, princesa, se você resistir vai ser pior. Você acha que consegue enfrentar nós três?
O cara foi abrindo a zíper do uniforme e tirou seu pênis para fora. Ele tinha um pau grotescamente gigante e grosso que iria acabar com a minha bunda; mas não era só por esse motivo que eu estava relutante, o cara era nojento; era fortão e gostoso, mas um porco, sujo e fedorento. Ele me dava aversão.
- Eu tenho AIDS. – eu falei, era a única arma que eu podia usar a meu favor. – Se você me comer, você vai se contaminar.
Os três pararam por alguns segundos e se entreolharam receosos. Então líder do grupo falou.
- Isso é blefe seu. Você acha que a gente cai nessa? Você com esse rostinho de anjinho, com essa bundinha virgem... você acha que vai enganar a gente?
- A minha bunda não é virgem. – eu vociferei. – Já entrou muito pau no meu rabo.
Eu precisava fazer eles ficarem com nojo de mim, eu precisava fazer com que eles acreditassem que eu era uma puta vadia, era a única forma de me livrar dessa enrascada.
Mas meu plano não estava dando muito certo.
- Veremos. – falou o líder. – Coloquem ele de quatro.
Eles me colocaram de quatro a força. Em seguida o líder puxou a minha calça para fora, apenas o suficiente para deixar a minha bunda de fora. Em seguida, ele pegou o seu dedo do meio e enfiou com toda a força dentro do meu cú, sem lubrificante, sem nada.
Eu senti uma dor terrível e não consegui prender o grito de dor.
- Hahaha. Tá vendo, galera. A bunda dele é virgenzinha, vai ser uma delicia. Hoje a gente vai se fartar.
Fim da Prolepsis (flashfoward)
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