- Eu queria te pedir desculpas, Gabriel.
Instantaneamente ao ouvir esta minha frase, Gabriel me deu um abraço forte, lacrimejando.
- Calma. – eu ponderei. – Isto tudo é muito diferente pra mim.
- Pra mim também. – falou Gabriel. – Eu nunca tive este sentimento por ninguém na minha vida. Você acha que eu estaria me humilhando e me expondo assim à toa?
- Então Gabriel. Eu acho que você está se precipitando. Eu não sei se eu quero algo envolva que sentimentos, entende!?
Neste momento Gabriel me agarrou pela cintura e lascou um beijo profundo, voraz, meu corpo estremeceu, meu pau latejou dando sinal de vida e eu me senti flutuando.
- Vai dizer que não sentiu nada agora!? – ele falou.
- Senti. – eu respondi cabulado.
- E esse sentimento foi ruim? – ele perguntou.
Fiquei alguns segundos fitando aquele Gabriel lindo e meigo na minha frente. Meu cérebro tentava resistir, dizendo que aquilo tudo podia sair errado. Mas agora minha boca pedia mais dos lábios daquele garoto lindo.
- Na verdade. – eu finalmente falei. – Foi o melhor sentimento que eu já tive.
Agarrei Gabriel e voltamos a nos beijar, um beijo mais longo, mas romântico e ainda mais gostoso que o anterior.
De forma praticamente instintiva, entramos no banheiro, onde teríamos mais privacidade para nos beijar.
A minha cabeça estava a mil, a boca de Gabriel era muito deliciosa.
Eu me sentia fora de mim. Não parecia real.
O meu corpo e o de Gabriel se enroscavam. O nosso beijo era perfeito, nossos lábios se encaixavam direitinho e nossas línguas se mesclavam em harmonia. Parecia que eu tinha vivido a vida inteira só para ter aquele momento.
As mãos de Gabriel tocavam o meu rosto. A respiração dele se misturava com a minha. Eu tentava aproveitar ao máximo cada segundo singular daquele instante, cadê centímetro daquela boca.
Gabriel desfez o beijo e em seguida me deu um forte e longo abraço. Depois sussurrou em meu ouvido.
- Deixa eu conquistar o seu coração?
Eu dei um sorriso e balancei a cabeça fazendo que sim.
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