Eu estava onde Lucas estava quando ouvi Dorfo me chamar. Voltando a atenção para meu quarto sequei meus olhos marejados de tristeza e vi Dorfo secando os cabelos.
-Eu não sei o que está te encomodando desde semana passada, mas se você quiser falar para mim estou te ouvindo.
-Tudo bem! Eu tô precisando desabafar mesmo.
Dorfo pediu para Felipe esperá-lo em sua casa dizendo que logo o encontraria.
Entrando no meu quarto Dorfo me pegou novamente pensando em algo que era desconhecido para ele.
-É no seu primo que você está pensando Marcos?
Olhei para ele como se implorasse para me dar uma solução para o problema que me afligia e sem pensar nas consequência comecei a contar toda a verdade para ele.
-Sim, é no Lucas.
-Estou estranhando não mais ver vocês juntos. Nem se olhando estão mais.
-Eu não sei mais o que faço cara. O Lucas me ignora a todo momento. Essas palavras saíram forçadas de mim, quando me dei conta que meu primo não estava ali para lhe confidenciar minhas tristezas. Meus olhos enxeram-se de lágrimas.
Me abraçando Dorfo colocou minha cabeça em seu ombro e apertou minha cabeça me deixando chorar feito uma criança. Quando eu já estava mais aliviado da dor que estava em meu peito sentei na ponta da cama e continuei.
-Foi naquele dia que apareci na sua casa em que tudo aconteceu. Forcei um beijo na boca do Lucas. Acho que ele se assustou, me empurrou e então nunca mais me procurou.
Dorfo olhou assustado para mim quando falei beijo, mas logo sua expressão mudou para como se tivesse entendido tudo.
-Você ama muito ele né?
-É claro Dorfo. Sou doido por ele. Ele me faz sentir bem. Ele me entende, nos contamos todos os segredos, ele é importante para mim. Mas ele não me dá nenhuma chance de pedir desculpas. Eu sei que fui precipitado e que devia ter falado com ele sobre o que eu estava sentindo por ele, e agora acho que está tudo perdido. Não vou aguentar.
Nesse momento mostrei todo meu amor por Lucas em meus olhos e entrei no pranto outra vez.
Dorfo olhava para mim com pena. Pena daquele ser debulhando em lágrimas a sua frente por causa de um coração partido.
-Cara a relação de vocês não pode ter terminado assim. Eu sei que ele vai te procurar. Além do mais vocês cresceram juntos.
-Olha aqui para mim Marcos. Dorfo me pediu isso segurando em meu rosto olhando para mim com tanta ternura e carinho que me fez sentir confortável naquele momento.
-O amor é tão puro e tão forte que qualquer um que se dê de frente com ele não pode ignorá-lo. Você mostrou esse sentimento para o Lucas e com certeza ele vai querer saber como você está se sentindo. Pode acreditar em mim. Ele disse isso abrindo um sorriso tão lindo que meu deu mais forças para tentar outra vez conversar com o Lucas.
-Obrigado.
-Pode contar comigo, saiba que tem um amigo.
Então abracei Dorfo tão forte e ele também que pude sentir que ele estava falando a verdade.
Os gays são mais sensíveis, sabem ver as tristezas dos outros e confortá-las. A conversa com Dorfo tinha me dado espírito novo.
-Foi naquele dia que apareci na sua casa em que tudo aconteceu. Forcei um beijo na boca do Lucas. Acho que ele se assustou, me empurrou e então nunca mais me procurou.
Dorfo olhou assustado para mim quando falei beijo, mas logo sua expressão mudou para como se tivesse entendido tudo.
-Você ama muito ele né?
-É claro Dorfo. Sou doido por ele. Ele me faz sentir bem. Ele me entende, nos contamos todos os segredos, ele é importante para mim. Mas ele não me dá nenhuma chance de pedir desculpas. Eu sei que fui precipitado e que devia ter falado com ele sobre o que eu estava sentindo por ele, e agora acho que está tudo perdido. Não vou aguentar.
Nesse momento mostrei todo meu amor por Lucas em meus olhos e entrei no pranto outra vez.
Dorfo olhava para mim com pena. Pena daquele ser debulhando em lágrimas a sua frente por causa de um coração partido.
-Cara a relação de vocês não pode ter terminado assim. Eu sei que ele vai te procurar. Além do mais vocês cresceram juntos.
-Olha aqui para mim Marcos. Dorfo me pediu isso segurando em meu rosto olhando para mim com tanta ternura e carinho que me fez sentir confortável naquele momento.
-O amor é tão puro e tão forte que qualquer um que se dê de frente com ele não pode ignorá-lo. Você mostrou esse sentimento para o Lucas e com certeza ele vai querer saber como você está se sentindo. Pode acreditar em mim. Ele disse isso abrindo um sorriso tão lindo que meu deu mais forças para tentar outra vez conversar com o Lucas.
-Obrigado.
-Pode contar comigo, saiba que tem um amigo.
Então abracei Dorfo tão forte e ele também que pude sentir que ele estava falando a verdade.
Os gays são mais sensíveis, sabem ver as tristezas dos outros e confortá-las. A conversa com Dorfo tinha me dado espírito novo.
Com nenhum dos meus outros amigos poderia me abrir tanto, todos com suas poses de machões nunca me dariam um abraço e diriam que ficar chorando não adiantaria.
Naquele momento eu sabia que tinha encontrado uma pessoa maravilhosa.
Naquele momento eu sabia que tinha encontrado uma pessoa maravilhosa.
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